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A ração para cão / Dry food for dogs

A ração para cão / Dry food for dogs:

A ração será sempre um alimento processado, devemos ter sempre presente que não pode ter os benefícios de um alimento fresco. É um alimento composto e processado industrialmente. Existem defensores e existe quem rejeite por completo qualquer benefício. A minha posição é intermédia, prefiro juntar o melhor dos regimes: O de alimentos frescos e ração.

A melhor opção, será uma refeição de ração seca de boa qualidade e uma refeição de alimentos frescos, aptos para o consumo humano. Ao longo do desenvolvimento dos artigos, irei expor uma forma segura, aproveitando os benefícios de vários regimes nutricionais.
O cão deve comer 2% do seu peso em alimentos frescos (carne/ osso/ ovos/legumes/frutos por exemplo), se o cão pesar 8kg, deve comer 160gramas de alimentos. Existe também outra forma de determinar a quantidade, que será triplicar a quantidade de ração, devido ao peso da água nos alimentos frescos.

O desenvolvimento comercial do conceito petfood, surgiu devido a uma lacuna de mercado, marcada pelo final da 2ª Guerra Mundial e devido ao desmantelamento dos campos de refugiados, onde todos os produtos de origem animal e de cereais excedentes ou impróprios para consumo humano se destinavam. E desta forma foi preenchida a lacuna com a criação do mercado da petfood. O interesse principal foi o económico, não o interesse na saúde do cão, posteriormente terá sido mais desenvolvido o conceito.

Um dos argumentos que terá trazido maior popularidade ao mercado da petfood foi sem dúvida, o preço e a comodidade que representa até hoje os principais argumentos.

Não pense que o saco de ração bonita, um excelente marketing, tenha um propósito mais elevado que o simples lucro. A saúde do seu cão está muito mais dependente das suas escolhas que outro aspecto qualquer.

Não existe uma ração ideal. A melhor ração, para um cão de trabalho, que implica um maior aporte de energia devido ao desgaste físico, pode provocar problemas de saúde graves num cão que tenha um exercício moderado ou fraco.

No mercado existem rações, que embora sejam ambas excelentes rações comparativamente, podem ser completamente diferentes. Existem hoje várias correntes: isentas de cereais, holísticas, human grade. Entre duas boas rações, uma poderá não ser adequada ao seu cão e a outra ser excelente.

Ainda assim vamos procurar pontos de interesse quando escolher uma ração.

O que selecionar numa ração:

  • Uma boa percentagem de proteína de origem animal:
    • Selecionar as rações com maior percentagem de carne ou peixe. Os ingredientes estão listados por ordem de peso, por isso o ideal será escolher uma ração que tenham 1 ou 2 ingredientes de origem animal, nos primeiros 5 ingredientes.
    • É preciso entender que o termo “whole meat (chicken, beef, lamb, etc.) ” contém o peso da água também, o que irá iludir a percentagem de proteína disponível no total da ração, muitas vezes compensada com soja e outras fontes de proteínas vegetal barata, que não é facilmente aproveitada pelo sistema digestivo do cão. Quando a ração não tenha mais nenhum elemento de proteína animal até pelo menos ao 7º ou 8º ingrediente da lista, essa ração perde muito o interesse.
    • A designação que procuramos talvez seja a “meal” (chicken, beef, lamb, etc.), é farinha de carne de (galinha, borrego, peixes, etc.), se estiver no 2º ou no 3º ingrediente, estamos mais descansados com as quantidades de proteína de origem animal.
  • Evitar qualquer comida que contenha expressões como: meat by-products or poultry by-products/ subprodutos de aves, por exemplo.
    • É impossível ter a certeza da qualidade dos subprodutos usados na indústria alimentar. A carne de boa qualidade é dispendiosa e inflaciona os preços da ração. A qualidade carece de confirmação, e portanto, eu evito rações com essas denominações.
    • Aves, e subprodutos, podem estar incluídos não só os miúdos de frango, tão conhecidos, antes pode ter penas, bicos, patas e unhas das aves. No caso dos bovinos, poderá incluir couro, cascos e etc… Nada interessante, portanto.
  • Alimento que contém gorduras de proteínas animais sem a identificação da espécie.
    • Gordura animal ou “animal fat” é um bom eufemismo de uma baixa qualidade e produto de baixo preço. O mesmo se passa com o “meat meal” ou “ farinha de carnes”, pode ser imensos produtos e não podemos determinar qual a qualidade da mesma. Devemos sempre evitar denominações vagas, se o fazem, estão a dissimular algo.
  • Procurar cereais inteiros e vegetais.
    • Não devemos procurar grandes quantidades de vegetais ou de grãos, em especial, não devemos privilegiar a mistura de vegetais, como por exemplo: o trigo, milho e arroz. Devemos procurar que tenha apenas uma qualidade.
    • O arroz é o cereal mais bem absorvido pelo sistema digestivo, e portanto, talvez o melhor cereal que devemos selecionar.
  • Eliminamos rações com aditivos de cor, sabor e conservantes.
    • Existem alguns aditivos a evitar pelos problemas que lhe estão associados. Pelo menos há que evitar os aditivos de cor e sabor. Segue-se em baixo uma pequena descrição dos conservantes mencionados e possíveis efeitos nos cães, baseado em Ann Martin (2008) .

Conservantes

Conservantes sintéticos aprovados para uso em rações comerciais para pets incluem hidroxianisol butilado (BHA) e hidroxitolueno butilado (BHT), propil galato, propileno glicol e etoxiquina. Há pouca informação disponível sobre a toxicidade, as interações, ou efeitos que esses aditivos podem ter nos pets que os ingerem diariamente (Ann Martin, autoridade internacional sobre rações para pets).

Propileno glicol
Esse composto, notório causador de enfermidades em cães, é utilizado para manter a textura e humidade ideais e para agrupar o conteúdo hídrico, inibindo assim o crescimento bacteriano. Há considerado o conservante que mais causa problemas de saúde em cães “pele ressecada e com coceira, queda de pêlos, desidratação, sede excessiva e problemas periodontais (nas gengivas e dentes) (Richard Pitcairn, médico-veterinário).

Pode causar anemia em gatos e pode levar cães e gatos a diabetes. (Shawn Messonier, médico-veterinário)

Etileno glicol

Também chamado de anti congelamento, pode ser fatal para os pets em altas dosagens (Shawn Messonier, médico-veterinário).

BHA

 O hidroxianisol butilado (BHA) é um antioxidante e conservante químico empregado em muitos alimentos. Pode causar reações alérgicas e afeta as funções renais e hepáticas (Shawn Messonier, médico-veterinário).

Evita que o conteúdo gorduroso das rações para pets se torne rançoso. Com esse conservante, a ração tem vida eterna nas prateleiras. Há muito se suspeita que o BHA possa ser carcinogénico (Ann Martin).

BHT
Curiosamente, foi demonstrado que hidroxitolueno butilado (BHT) inibe alguns tipos de câncer, enquanto simultaneamente, promove outros. Apesar de suas propriedades carcinogénicas serem conhecidas, esses produtos continuam a ser empregados nos alimentos dos humanos e dos pets (Tom Lonsdale, médico-veterinário).

Suspeito de ser carcinogénico. Pode desencadear defeitos congênitos e danos aos rins e ao fígado. Embora o BHT e o BHA sejam também empregados em alimentos de consumo humano, como chicletes, cereais e manteiga, não ingerimos esses conservantes a cada refeição, ao contrário dos animais de companhia (Ann Martin).

Conservante pouco testado, é associado por alguns cientistas ao estresse metabólico, anormalidades fetais e aumento no colesterol (Richard Pitcairn, médico-veterinário).

Seu uso alimentício foi banido no Japão (em 1958), Romênia, Suécia e Austrália. Nos Estados Unidos, é proibido seu uso em comidas infantis. O Mc Donalds deixou de utilizar esse conservante em 1986 (Wikipedia sob o termo de pesquisa BHT).

Etoxiquina
Desenvolvida em 1950 pela corporação de tecnologia agropecuária Monsanto, a etoxiquina era originalmente um estabilizador de borracha. É, na verdade, o mais utilizado conservante de pneus, evitando que a borracha neles se oxide. É empregado na maioria das rações de animais de produção, especialmente para os frangos, o que significa que os humanos, não apenas os pets, a absorvem. Mas são utilizadas diretamente nas rações para pets.

Está associada a um sem número de complicações médicas, incluindo infertilidade, enfermidades e mortes neonatais, problemas de pele e de pelagem, desordens imunológicas, disfunção na tiroide, pâncreas e fígado; e problemas comportamentais. Acadêmicos da Austrália, Noruega e do México encontraram fortes vínculos entre a etoxiquina e diversos efeitos maléficos em ratos e galinhas, incluindo degradação hepática e renal significativa.

Outra coisa: a Animal Protection Institute of America (APIA) observa que o fabricante é orientado a listar a etoxiquina no rótulo da ração se foi ele quem incluiu esse conservante na fórmula. Quando ela entra na ração oriunda das fábricas de reciclagem de resíduos animais ou do frigorífico, não é necessário informar isso no rótulo. E nos últimos anos, o uso dessa substância aumentou (Martin Goldstein, médico-veterinário).

As concentrações de etoxiquina nos alimentos processados para humanos são baixas. “O US Food and Drug Administration (FDA) limita a etoxiquina a cinco partes por milhão na comida humana” e de qualquer modo, nós não comemos tudo o que precisamos de um pacote de ração diariamente. Já as rações para pets podem conter etoxiquina a 150 partes por milhão.

Só de entrar em contato com rações para animais de produção que continham etoxiquina, pessoas desenvolveram severas dermatites. Algumas pessoas acreditam que essa gama de problemas de pele e de fertilidade são diretamente atribuíveis a etoxiquina (Tom Lonsdale, médico-veterinário).

Originalmente desenvolvida como estabilizante de borracha e herbicida, a etoxiquina segundo relatórios enviados ao FDA pode causar reações alérgicas, problemas de pele, falência de órgãos e câncer. Um teste de alimentação encomendado pela Monsanto, fabricante da etoxiquina, mostrou mudança na cor do fígado e enzimas hepáticas reduzidas em cães alimentados com rações contendo esse químico, mas essas alterações não foram consideradas significativas porque os cães não estavam clinicamente doentes (Richard Pitcairn, médico-veterinário).

Livro: Food Pets Die For
Autora: Ann Martin, pesquisadora da indústria de rações há 18 anos
Edição: 2008

  • Evite qualquer ração com açúcares (hoje parece difícil de encontrar):
    • Tal como as pessoas os cães gostam de comida doce, no entanto, tem imensos efeitos negativos na vida do cão bem como são calorias vazias de valor nutricional e com várias contra indicações associadas.
    • Alguns exemplos: amido de milho, o xarope de milho, polpa de beterraba e etc.

Em suma:

  • Quanto mais explicativo e descriminados está o conteúdo melhor.
  • No rótulo deve ter sempre a indicação com os contactos dos fabricantes.
  • Devemos preferir rações que tenham sido aprovadas pela AAFCO.
  • E será uma melhor ração quanto mais produtos orgânicos tiver, ou tenha produtos aprovados para consumo humano.

Referências:

http://www.b-naturals.com/newsletter/fresh-raw-diet/#

http://healthypets.mercola.com/sites/healthypets/archive/2011/05/19/the-mainstream-pet-communitys-new-take-on-cat-and-dog-foods.aspx

http://www.cosmuttpolitandogboutique.com/CosmuttWholeDogFoodJournalList.html

http://petfoodtalk.com/dogfoodreviews/evo/

http://www.paw-rescue.org/PAW/PETTIPS/DogTip_NutritionAndFeeding.php

http://www.amazon.com/Food-Pets-Die-Shocking-Facts/dp/0939165562

Excelente blog: http://www.thevetpractice.com.au/Blog/tabid/18987/EntryId/262/Can-I-Give-my-Dog-a-Bone.aspx

 

Não deixem de consultar.

 

VOCÊ ESTÁ ENVENENANDO SEU COMPANHEIRO ANIMAL POR “FEED-GRADE ‘FOODS ALIMENTAÇÃO?

Postado por  – 04/17/13 às 05:04:11 – 1 Comentário

 

Na minha prática veterinária holística , estou continuamente se esforçando para educar meus clientes que, alimentando seus animais de estimação alimentos secos ou enlatados “nutricionalmente completa e equilibrada”, eles podem ser involuntariamente fornecer uma dose diária de toxinas que de outra forma dificilmente aparecem nos alimentos consumidos por seres humanos. Com esse conhecimento, eu os desafio realmente considerar por que eles estão se alimentando de alimentos para animais que contenham ingredientes “feed-grade” em primeiro lugar.

Primeiro, vamos obter algumas informações sobre o grande número de questões que se originaram de pessoas que optarem por alimentar pet food para seus companheiros caninos e felinos.

Em 2007, uma crise internacional de alimentos para animais causada cães e gatos que sofrem de insuficiência renal e até a morte após a ingestão de alimentos que contenham glúten de trigo contaminado com melamina . Os alimentos foram produzidos na China. Esta tragédia levou os donos dos EUA para finalmente tornar-se mais observador dos ingredientes e do valor nutricional dos alimentos comerciais tinham sido tão fielmente alimentação para seus animais de companhia. Afinal, se as refeições são construído sobre as fundações de ser barato produzido e que contenha menos de ingredientes biodisponível, como é que as necessidades fisiológicas do seu animal ser cumprida?

Encontrado em cão mais disponível comercialmente e alimentos de gato são uma infinidade de ingredientes de grau alimentício. Dr. Janice Elenbaas, fundador da Lucky Dog Cuisine , esclarece o significado de feed-grade como sendo “qualquer ingrediente não apto para consumo humano, incluindo grãos mofados e níveis ‘permitidas’ de plástico e isopor. Estes não são aceitáveis ​​na minha (humanos ) comida, então por que eles deveriam ser aceitável na dieta do cão? Não é à toa que um em cada dois cães está sendo diagnosticada com câncer “.

Além disso, os ingredientes de alimentos feed-grau incluir partes de animais que são mortos (não de ser abatidos no local), doentes, morrendo, e pessoas com deficiência (o “4Ds”).

Em O comprador Beware: os crimes, mentiras e verdade sobre Pet Food, Susan Thixton texto partes da Food and Drug Administration (FDA) Alimentos, Medicamentos e Cosméticos Act (FD & C Act), Seção 402. Alimentos adulterados:

A comida deve ser considerado adulterado – (a) venenoso, insalubres ou ingredientes prejudiciais … (5) se for, no todo ou em parte, o produto de um animal doente ou de um animal que tenha morrido, exceto em chacina .

Isso faz parecer que a segurança dos nossos animais de estimação como se refere aos alimentos de consumo é rigorosamente supervisionada pela FDA, mas esse não é o caso. De acordo com o FDA Compliance Política CPG Sec. 675,400 Prestação de Animais Feed Ingredients :

Nenhuma ação reguladora será considerado para os ingredientes para alimentação animal resultantes do processo de prestação ordinária da indústria, incluindo os animais que morreram, excepto em abate, desde que não sejam de outra forma, em violação da lei.

Essas leis parecer contraditório, e Thixton concorda em afirmar que “a política de Compliance FDA é uma violação direta dos Alimentos, Medicamentos e Cosméticos Act”. Como resultado, as empresas colocando animais 4D em alimentos não incorrer em qualquer repercussão legal ou regulamentar. Tais políticas não augura nada de bom para a saúde geral de milhões de animais de estimação (e algumas pessoas) ingredientes alimentares grau não-humanos.

E sobre os efeitos tóxicos de grãos mofados? De acordo com Toxvet.com ‘s John Tegzes, VMD, Diplomata ABVT (toxicologia):

“A aflatoxina é uma micotoxina mais comumente associado com rações à base de milho. Mesmo pequenas quantidades de aflatoxina pode causar doenças graves em cães, muitas vezes progredindo para a morte. Aflatoxina afeta principalmente as células no fígado e resulta em insuficiência hepática esmagadora. Se a dose ingerida é muito elevada, animais de estimação também podem desenvolver insuficiência renal aguda. Mesmo com o tratamento, a maioria destes cães irão morrer. Exposições crônicas, de baixa dose para a aflatoxina pode suprimir o sistema imunológico e causar câncer.

Embora seja impossível ver micotoxinas nos grãos, os testes de laboratório pode identificar a sua presença antes do grão é incorporado em alimentos. A FDA estabeleceu orientações específicas sobre a quantidade de aflatoxina que podem ser detectados em grãos e ainda ser utilizados em alimentos ou produtos alimentares de origem animal ou humana. Os valores permitidos na alimentação animal são consistentemente maior do que para alimentos humanos grau, portanto, usando apenas grãos humano-grade em alimentos para animais vai ajudar a reduzir a incidência de intoxicações em nossos animais de estimação “.

Com esse potencial de alimentos para animais para criar um efeito tóxico, por que os proprietários de animais de companhia sentir estas são as melhores opções nutritivas disponíveis? Felizmente, as empresas que produzem alimentos para animais feitos com ingredientes de primeira qualidade humana estão surgindo para satisfazer as demandas dos consumidores opções semelhantes para casa alimentos preparados que procuram.

As normas para conteúdo nutricional como ditadas pela Associação dos Funcionários alimentação americana Control (AAFCO) criar um desafio para os donos de animais que estão interessados ​​na alimentação de casa alimentos preparados. Infelizmente, a sociedade tem sido enganado para acreditar que nossos animais de estimação vão sofrer efeitos prejudiciais à saúde se proteína, gordura, carboidratos, fibras, vitaminas, minerais e taxas não são especificamente compatível com os padrões da indústria. Em casos extremos, a carne (100% / dietas osso, etc) ou com animais já lidar com a doença, este tem alguma validade.Caso contrário, alimentando uma dieta preparada em casa tem muitas vantagens nutricionais em relação às fontes de alimentação de primeira qualidade disponíveis no mercado, mesmo que a versão preparada em casa não é 100 por cento “completo e equilibrado”.

Eu prefiro alimentar meu cão de uma combinação de úmido, humano-grade, a proteína muscular carne, grãos integrais e vegetais frescos e opções de frutas com um teor de nutrientes acumulado um pouco diferentes ou desconhecido ao invés de qualquer opção seco ou enlatado disponível comercialmente feitos com feed- ingredientes de qualidade. Esta perspectiva é controversa na profissão veterinária, mas as minhas crenças são baseadas na experiência clínica em curso e bom senso.

Na minha prática, se um cliente procura para alimentar os alimentos preparados em casa, eu sugiro uma dieta específica para as necessidades do meu paciente é formulado por nutricionistas veterinários no Davis Medicina Veterinária Serviço de Apoio Nutrição UC . Alternativamente, eu recomendo usar um serviço respeitável como equilibrá-lo . Eu prefiro essas diretrizes, como o verdadeiramente dar ao cliente uma excelente base para as opções de ingredientes, porção controle e preparação e segurança alimentar.

http://positively.com/2013/04/17/are-you-poisoning-your-companion-animal-by-feeding-feed-grade-foods/

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This entry was posted on 4 de Março de 2013 by in Comida para cães, Ração para cães and tagged .

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